quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Monografia parte 11 - Discussão e Resultado

DISCUSSÃO E RESULTADO


Pesquisa de campo: Numa análise geral da parte socioeconômica 71% das 69 pessoas entrevistadas moram com uma, duas ou três pessoas, também vale salientar que 67% recebem menos de três salários mínimos ou estão desempregadas e 49% tem o nível de escolaridade ensino médio completo/incompleto, podemos então afirmar que a grande maioria das pessoas entrevistadas não moram sozinhas, de acordo com o definido pelo governo no começo do ano de 2012: classe média é quem vive em famílias com renda per capita de R$ 291 a R$ 1.019, então podemos falar que esta maioria tende a estar na classe média ou abaixo dela, se provável que este resultado esteja ocorrido pelo fato de a metade ter o ensino médio completo/incompleto.
Partindo para a análise voltada para o projeto em si, abordando as perguntas sobre a preferência por alimentos orgânicos, desperdício e a mensuração deste desperdício, percebemos um nivelamento pela metade. Ademais de todo alimento comprado, aproximadamente 54% de 69 entrevistados desperdiçam seus produtos, desses 49% dos alimentos adquiridos pela amostra; 39 pessoas entrevistadas jogam seus produtos no lixo. A proposta da pesquisa teve uma excelente aceitação, na qual 77% responderam que aceitaria participar do projeto, os outros recusaram pela demanda de esforço para e falta de tempo para cultivar, notável esta postura perante a agitação da vida urbana. É de conhecimento de grande parte da população a existência de alimentos orgânicos averiguou os dados coletados na pesquisa e observamos que 54% a 56% dos entrevistados independente da renda conhecem e consome alimentos orgânicos e a cerca da metade deste mesmo contingente procura comprar somente o que consome assim evitando desperdícios. Abordando o lado da quantidade de pessoas que moram na residência nota que ainda existe muito desperdício, tal qual metade dos entrevistados não aproveita todo alimento disponível para consumo. As pessoas com maior grau de escolaridade se propuseram a disposição para ajudar no projeto, mesmo que cerca da metade destes entrevistados ainda não tem a sabedoria e amadurecimento de como evitar o desperdício.




Agricultura urbana coletiva: É notável que  os indivíduos vêm desfrutando cada vez menos de tempo livre e de lazer, ao contrário do que se esperava com a aplicação das tecnologias, que hoje, permitem às pessoas inúmeras facilidades de redução do trabalho manual, deslocamento para o local do trabalho e de comunicação. Parece que estamos sendo tragados pela urgência que estas mesmas facilidades estão gerando, como um efeito colateral não desejado. E por este motivo encontramos dificuldades na organização e manutenção das hortas, na qual a agitação do dia-a-dia faz com que as pessoas esqueçam de regar as plantas no tempo determinado, sendo que a solução para este projeto poderia ser a criação de um aplicativo ou colocando no despertador do celular esta notificação, parece óbvia mas foi uma pratica recorrente. Pelo lado financeiro, pode-se notar a economia na feira da semana, pois pulamos o intermediário, e os alimentos cultivados no projeto são orgânicos tornando a alimentação com maior teor de nutrientes.

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