quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Monografia parte 3 - Agricultura Convencional

AGRICULTURA CONVENCIONAL


A Agricultura convencional ou "moderna" é caracterizada pelo uso de técnicas tradicionais de preparo do solo e de controle fitossanitário (controle de pragas e doenças). Ela surgiu em meados do século XIX, época conhecida também como 2º revolução agrícola. Muitos dizem que essa agricultura se opõe a agricultura orgânica, já que ela visa, acima de tudo, a produção, deixando de lado a qualquer preocupação com o meio ambiente e a qualidade nutricional dos alimentos.
Seu sistema de monocultura favorece o aparecimento de pragas, doenças e ervas daninhas, fazendo com que o agricultor tenha que usar agroquímicos para poder produzir, tornando-as resistentes a eliminação de seus inimigos naturais. Sem contar que esse sistema de monoculturas, conhecido também por plantation, faz o solo perder a fertilidade rapidamente, pois facilita a erosão, reduz  atividade biológica e alguns nutrientes. Vários tipos de fertilizantes químicos são violentos acidificadores e biocidas, ou seja, produtos que destroem a microvida presente no solo.
A utilização de adubos químicos, dos defensivos agrícolas e das sementes modificadas geneticamente, formam um circulo vicioso. As sementes "melhoradas" necessitam de mais adubação para se desenvolverem. A utilização do adubo torna as plantas mais fracas e assim mais suscetíveis ao ataque de pragas e doenças. O que faz usar mais e mais adubos para manter o nível desejável da produção. Existem padrões de saúde para o uso de agroquímicos, mas segundo a ANVISA nem todos os produtores respeitam isso, fazendo com que as pessoas tenham que consumir produtos "infectados", o que pode vir a gerar doenças e até interferir no desenvolvimento normal das crianças. O que faz com que as pessoas optem por alimentos orgânicos.


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