AGRICULTURA
CONVENCIONAL
A Agricultura convencional ou "moderna" é
caracterizada pelo uso de técnicas tradicionais de preparo do solo e de
controle fitossanitário (controle de pragas e doenças). Ela surgiu em meados do
século XIX, época conhecida também como 2º revolução agrícola. Muitos dizem que
essa agricultura se opõe a agricultura orgânica, já que ela visa, acima de
tudo, a produção, deixando de lado a qualquer preocupação com o meio ambiente e
a qualidade nutricional dos alimentos.
Seu sistema de monocultura favorece o aparecimento de pragas,
doenças e ervas daninhas, fazendo com que o agricultor tenha que usar
agroquímicos para poder produzir, tornando-as resistentes a eliminação de seus
inimigos naturais. Sem contar que esse sistema de monoculturas, conhecido
também por plantation, faz o solo perder a fertilidade rapidamente, pois
facilita a erosão, reduz atividade
biológica e alguns nutrientes. Vários tipos de fertilizantes químicos são violentos
acidificadores e biocidas, ou seja, produtos que destroem a microvida presente
no solo.
A utilização de adubos químicos, dos defensivos
agrícolas e das sementes modificadas geneticamente,
formam um circulo vicioso. As sementes "melhoradas" necessitam de
mais adubação para se desenvolverem. A utilização do adubo torna as plantas
mais fracas e assim mais suscetíveis ao ataque de pragas e doenças. O que faz
usar mais e mais adubos para manter o nível desejável da produção. Existem
padrões de saúde para o uso de agroquímicos, mas segundo a ANVISA nem todos os
produtores respeitam isso, fazendo com que as pessoas tenham que consumir
produtos "infectados", o que pode vir a gerar doenças e até
interferir no desenvolvimento normal das crianças. O que faz com que as pessoas
optem por alimentos orgânicos.
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